A fusão entre o passado e o presente da franquia Resident Evil já possui um destino traçado. Após emplacar uma sequência de sucessos nos últimos dez anos — divididos igualmente entre três episódios inéditos e três reconstruções completas —, a desenvolvedora planeja unir essas duas linhas narrativas em um grande evento crossover assim que o ciclo de versões reimaginadas for concluído.
A convergência entre remakes e títulos inéditos
Durante a celebração dos 30 anos da saga de survival horror, o diretor Jun Takeuchi revelou que a liderança criativa já planeja os passos seguintes para quando as releituras alcançarem a era dos jogos numerados. De acordo com Takeuchi, a preparação para esse encontro ocorre gradualmente e teve início ainda no desenvolvimento de Resident Evil 7: Biohazard.
O que começou apenas como acenos aos fãs acabou superando as expectativas do estúdio. O público demonstrou um entusiasmo muito superior ao imaginado, analisando a fundo segredos e conexões mantidas pela equipe, o que motivou a empresa a consolidar esse caminho compartilhado.
Pistas espalhadas pelos capítulos recentes
Esse plano de unificação continuou a se expandir em Resident Evil Village e em Resident Evil Requiem. Os lançamentos trouxeram conexões diretas com as raízes do universo da franquia, explorando a fundação da Umbrella e o passado de Spencer.
Além da presença contínua de Chris Redfield, o universo recente resgatou um Leon Kennedy mais velho visitando Raccoon City décadas depois dos desastres mostrados no segundo e terceiro jogos, estabelecendo as bases para reunir diferentes épocas e heróis.
Quais jogos ainda devem receber remakes?
Até o momento, a Capcom lançou versões atualizadas de Resident Evil 2, Resident Evil 3 e Resident Evil 4. O próximo da lista é Resident Evil Code: Veronica, com janela de lançamento prevista para 2027. Rumores de bastidores também apontam que uma nova edição de Resident Evil 0 já está em produção avançada, acompanhada pelos passos iniciais do remake do primeiríssimo jogo da série.
Se esses projetos forem concretizados, sobrarão apenas Resident Evil 5 e Resident Evil 6 para fechar a grade dos clássicos — dois títulos que, por enquanto, contam com poucas informações sobre possíveis regravações.
O que esperar do futuro da série
A convergência entre diferentes arcos pode potencializar o fan service e abre caminho para uma aventura com múltiplos personagens reunidos, em uma dinâmica semelhante à vista na animação Resident Evil: Death Island. Embora o processo traga o risco de gerar pequenas inconsistências de roteiro, a promessa é de uma grande celebração da mitologia da marca.
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Enquanto esse encontro definitivo não acontece, os entusiastas podem revisitar a linha do tempo completa, já que a cronologia oficial dos games e os longas-metragens em computação gráfica formam uma narrativa integrada.



