A nova geração da pulseira inteligente mais popular do mercado foi apresentada oficialmente pela Xiaomi na China. A Mi Band 11 estreia com visual atualizado, melhorias expressivas no display, recursos avançados de bem-estar assistidos por inteligência artificial e uma impressionante autonomia de bateria que pode alcançar até três semanas longe da tomada.
Visual refinado e tela AMOLED ultrabrilhante
Entre as principais evoluções do vestível está o display AMOLED de 1,72 polegada, que agora atinge um pico de brilho de até 2.000 nits, facilitando consideravelmente a visualização sob luz solar intensa. A área frontal também teve aproveitamento otimizado, exibindo bordas simétricas e reduzidas a apenas 2 milímetros.
Pensando no conforto ergonômico para uso contínuo, a estrutura possui formato curvado com apenas 9,99 milímetros de espessura e peso leve de 15,58 gramas (sem pulseira). Além das opções tradicionais, a fabricante preparou edições especiais com corpo de cerâmica e construção completamente metálica. O dispositivo mantém ainda a certificação de resistência contra água de 5 ATM, permitindo mergulhos e práticas de natação sem riscos.
Monitoramento corporal com inteligência artificial
O conjunto de biossensores da pulseira foi aprimorado para rastrear continuamente a frequência cardíaca, os níveis de oxigênio no sangue (SpO2), a taxa de estresse e o ciclo menstrual. Uma das grandes novidades está no monitoramento de sono aprofundado, que avalia a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) durante a noite.
Essas métricas noturnas são processadas por algoritmos de inteligência artificial, gerando diagnósticos personalizados sobre o descanso e recomendações práticas para elevar a qualidade do sono do usuário. Já para os praticantes de atividades físicas, o relógio disponibiliza mais de 150 modos esportivos integrados a um painel central de desempenho.
Autonomia prolongada e sistema HyperOS 4
No quesito autonomia, a Xiaomi assegura que a Mi Band 11 oferece até 21 dias de bateria com uma única carga em uso padrão. O modelo já sai de fábrica equipado com o Xiaomi HyperOS 4, integrando-se nativamente ao ecossistema da marca e garantindo compatibilidade com smartphones Android e iOS.
O sistema operacional permite a visualização direta de notificações, controle de reprodução de mídia e customização com diversos mostradores digitais. Nas versões compatíveis com NFC, o dispositivo também pode ser utilizado para pagamentos por aproximação e crachás de acesso inteligente.
Preços e disponibilidade
A smartband iniciou seu período de pré-venda no mercado chinês com condições promocionais de estreia. O modelo tradicional tem valor inicial de 289 yuans (aproximadamente R$ 227 em conversão direta, com preço sugerido padrão de 299 yuans).
Para quem busca recursos extras ou materiais premium, a versão com suporte a NFC sai por 339 yuans (cerca de R$ 267), enquanto as variantes exclusivas em metal ou cerâmica custam 399 yuans (em torno de R$ 314). Até o momento, a marca não confirmou o cronograma oficial de lançamento da pulseira para o mercado global ou para o Brasil.



