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BGS 2026 | SEGA brilha no evento com Crazy Taxi, Stranger Than Heaven, Alien: Isolation 2, Persona 4 Revival e mais

Conforme mencionado nas impressões sobre o novo Final Fantasy VII Revelation, na última sexta-feira (9), nós, do Adrenaline, fomos à BGS 2026 para testar algumas novidades do mundo dos games em primeira mão. Entre os destaques do evento, com certeza a SEGA foi uma das principais empresas, com demos jogáveis de Crazy Taxi, Stranger Than Heaven, Sonic Pico Park, Persona 4 Revival e Alien: Isolation 2.

Pessoalmente falando, fora a chance de ter testado o novo Final Fantasy, o estande com os jogos da SEGA com certeza me agradou demais, levantando apenas hype saudável e quase zero preocupações sobre os próximos lançamentos.

Entre os meus preferidos, destaco Stranger Than Heaven (que se passa no universo de Like a Dragon / Yakuza) e, principalmente, Persona 4 Revival. Sendo assim, sentem-se e leiam com calma, porque compartilhei todas as minhas impressões que tive durante as sessões de 30 minutos com cada título!

O auge de popularidade da franquia Persona

Quem jogou Persona em seu segundo auge (a saga clássica, até o segundo, continua obscura), durante a geração do PS2, com certeza fica feliz em observar, quase 20 anos depois, o sucesso entre um público maior e mainstream.

Partindo do fato de que tudo começou como um spin-off de Shin Megami Tensei, ver que Persona alcançou status internacional maior do que a série que a derivou é de aquecer o coração.

Na BGS 2026, pude testar dois segmentos diferentes da demo do game que lançará em em 18 de fevereiro de 2027 para PS5, PC, Switch 2 e Xbox.

Uma parte foi mais focada em narrativa, com o início do arco de Yosuke Hanamura e, logo após, temos uma dungeon que culmina em um confronto envolvendo Chie Satonaka, outra personagem da equipe da versão final.

A build de testes contava apenas com vozes e legendas em inglês; contudo, foi informado por representantes da companhia que a versão final terá legendas em português do Brasil, assim como aconteceu com Persona 3 Reload.

Parte das novidades já é conhecida por jogadores de Persona 3 Reload

Falando no remake de Persona 3, quem jogou a aventura deve imaginar o que esperar em Revival. Trata-se de uma oportunidade de se aprofundar ainda mais em um mundo inicialmente desenvolvido para o PS2, em meados de 2008, só que com tecnologias modernas e jogabilidade renovada.

Ainda por turnos, nesta breve oportunidade pude observar boa parte das melhorias implementadas em Reload, tanto na exploração das masmorras quanto nas lutas contra inimigos normais e chefões.

O básico está aqui: atacar os pontos fracos dos bichos oferecerá um turno adicional para o jogador atacar, assim como é possível obter combinações diferenciadas entre os protagonistas, conforme for avançando a história e desbloqueando novas ferramentas.

Sem sombras de dúvidas, o destaque continua sendo os gráficos, totalmente renovados e reestilizados para esta atual geração, em conjunto com uma das trilhas sonoras mais icônicas de toda a franquia.

Como o título original estava restrito somente aos textos em inglês, uma nova geração de fãs brasileiros poderá se aprofundar mais do que nunca neste enredo com o tema focado em amizades, assim como terríveis e misteriosos crimes, tudo isso enquanto enquanto visita um mundo que reflete a psique perturbada de várias pessoas.

Ressalto que nenhum dos aspectos da história abordados na demonstração da BGS 2026 é novidade para quem jogou a versão de 2008. Ao termos contato com as inseguranças de Yusuke e Chie, conseguimos compreender melhor os aspectos que impulsionam esses jovens durante os acontecimentos da trama.

Depois de tombar dois chefões que refletem as partes mais obscuras de suas personalidades, fico feliz em saber que a essência de Persona 4 continua intocada, e isso com toda a tecnologia mais atual na qual o projeto está sendo escorado.

Estou ansioso para testar, com calma, todas as novidades desta versão reconstruída da quarta edição de uma das sagas que mais gosto (no mundo dos RPGs).

Stranger Than Heaven parece um sucessor digno do legado de Yakuza

Sendo uma prequel do universo no qual, posteriormente, seria o palco de nomes lendários, como Kazuma Kiryu e Goro Majima (que nem nasceram durante boa parte dos períodos abordados aqui), Stranger Than Heaven, no meu ponto de vista, é um passo extremamente acertado para um futuro em que a clássica franquia de ação se reinventa no gênero de ação.

Por mais que Yakuza: Like a Dragon e Like a Dragon: Infinite Wealth tenham sido necessários para sair da mesmice que a saga se encontrava após Yakuza 6, além de introduzir o carismático protagonista, Ichiban Kasuga, no meu ponto de vista, o ápice da franquia não era ser um JRPG por turnos, mas sim o auge da história de Kiryu, no bom estilo beat’n’up que não perdoava ninguém.

Gosto de JRPGs e de jogos por turno, como Clair Obscur: Expedition 33 e o próprio Persona, mencionado acima; contudo, não é isso que eu esperava em Yakuza. Analisando sob essa ótica, é um alivio constatar, na prática, que a ação de Stranger Than Heaven é mais um passo na direção de dar uma brisa de ar fresco neste universo, mas apoiado em conceitos de ação e lutas brutais em tempo real.

Um mundo novo e velho conhecido ao mesmo tempo

De toda forma, informo que a build da BGS 2026 é a mesma já testada anteriormente pela nossa equipe. Logo, o meu objetivo aqui é trazer a opinião de uma pessoa (eu mesmo) que joga Yakuza desde 2006, desde a primeira aventura de Kazuma Kiryu no PS2.

O protagonista Makoto Daito (interpretado por Yu Shirota) é grandalhão e vai se adaptando a uma sociedade japonesa fragmentada em várias eras, impactada historicamente, principalmente, pelas duas grandes guerras mundiais.

Aquele foi o auge da Yakuza conhecida popularmente pelas sociedades ocidentais (principalmente por meio da cultura pop, como é o caso aqui). Brutalidade e guerras de gangue com lâminas, bastões e mãos nuas. Homens tatuados e amedrontadores que fazem de tudo para conseguir o que querem… seja por meio de violência indireta (como extorsões) ou direta (sentando a pancada). Essa é a essência.

A seguir, confiram os principais períodos em que o enredo se desenrolará, em fases diferentes da vida de Daito.

Ano / Época Era histórica Localização principal Contexto narrativo / Foco
1915 Fim da era Taisho Yokohama (Porto) A chegada clandestina de Makoto ao Japão e o início de sua sobrevivência.
Anos 1920/1930 Transição Taisho-Showa Isezakichō e Kamurocho O estabelecimento no submundo e a ascensão inicial de sua reputação.
Anos 1940 Segunda Guerra Mundial Tóquio / Osaka Os anos de conflito, a devastação das cidades e a luta pela sobrevivência dos criminosos.
Fim dos anos 1940 / 1950 Pós-guerra Sotenbori (Osaka) O ápice do domínio de Makoto como o “Imperador de Sotenbori” e a fundação do Clã Tojo.
1965 Milagre econômico Showa Kamurocho (Tóquio) O clímax da história, consolidando o clã e preparando o cenário que precede a saga de Kazuma Kiryu.

Nesta demo, pudemos explorar um pouco os cenários, mas boa parte das atrações estava bloqueada, infelizmente. O foco era testar a jogabilidade diferenciada.

Alimente-se e prepare-se para o quebra pau

Mesmo com todas as limitações, aproveitei os meus 30 minutos na versão que rodava em um Xbox Series X e entrei nos poucos locais opcionais possíveis. Daito pôde se deliciar com suas comidas favoritas, e isso com animações icônicas e divertidas, conhecidas em Yakuza / Like a Dragon.

Afinal, para que o seu guerreiro comeria algo como uma pessoa normal, se pode fazer todas as expressões faciais possíveis e estereotipadas, não é mesmo?

Esse é o carisma especial da saga, e apesar do tom mais sério adotado (não pudemos verificar se as missões secundárias tem o tom humorado de sempre; não estavam disponíveis), foi bom observar que os detalhes mais sutis e leves estão preservados.

Cada alimento dá um bônus especial para as lutas. Desta vez, o seu protagonista, além de poder usar várias armas brancas, também será controlado com os botões RB e RT para manusear o braço e perna do lado direito, e LB e LT para controlar a parte esquerda.

Apertar ao mesmo tempo esses botões proporciona movimentos especiais, e mesmo a defesa também precisa ser aplicada com a combinação de alguns comandos.

Inicialmente, é um pouco complicado lembrar de tudo ao mesmo tempo, porém, mesmo nesses curtos minutos, chegando ao fim da minha sessão, eu já estava acostumando e até consegui derrubar o chefão mais difícil do momento (não era nada demais, porém, definitivamente obrigava a usar a defesa e itens de cura).

Como falei acima, é um alivio ver que conseguiram transformar as lutas em tempo real em algo novo, totalmente diferente do gameplay das aventuras de Kiryu, e sem precisar abrir mão do quebra pau rápido e brutal de sempre.

Cada golpe tem um peso inédito. Seja em ataques com facões ou mesmo pisando na cabeça de bandidos no chão. Até movimento já usados na franquia antes, desta vez, tem um impacto inédito.

Cenários detalhados e vibrantes

Para finalizar minhas impressões sobre Stranger Than Heaven, ressalto que, apesar de a build estar bem incompleta (o desempenho e a resolução, sem sombras de dúvidas, estavam longe do desejado), o pouco que pude ver das cidades em diferentes épocas foi positivo.

Artisticamente, apesar de ainda observar alguns assets reutilizados da franquia Yakuza (como sempre, o RGG Studio é mestre nisso, e não acho uma característica ruim), aqui o nível detalhamento está muito acima do normal.

Temos várias ambientações novas, mescladas com velhas conhecidas que podem até ser familiares, mas são apresentadas de maneiras absolutamente reconstruídas, de acordo com o ano proposto pela história.

Sem sombras de dúvidas, este é um dos trabalhos mais ambiciosos e caros da companhia, que está usando seus mais de 20 anos de experiência neste rico universo para tentar trazer a sua obra mais completa desde então.

Mal posso esperar até o dia 15 de janeiro de 2027 para testar. O título estará disponível para PS5, Xbox Series e PC.

O renascimento de um clássico com Crazy Taxi: World Tour

Quem viveu o auge da era do Dreamcast, com certeza jogou ou, no mínimo, ouviu falar de Crazy Taxi. Uma das principais surpresas dos últimos anos foi observar o renascer deste ícone da SEGA com World Tour, que terá até mesmo um cenário baseado no Brasil em sua versão final!

Na demo da BGS 2026, pudemos ter um pouco de noção da jogabilidade com Axel, o louco taxista cujo objetivo é fazer seus passageiros chegarem aos seus destinos das maneiras mais malucas possíveis.

A seguir, confiram as informações confirmadas para a versão final, confirmada para o início de 2027:

Cidade / País Características principais
Área da Baía de São Francisco
(Estados Unidos)
Ladeiras íngremes clássicas da franquia, bondinhos e grandes saltos urbanos.
Autobahns e centros comerciais
(Alemanha)
Rodovias de alta velocidade sem limite, tráfego intenso e áreas urbanas medievais combinadas com modernidade.
Shinjuku, Tóquio (Japão) Ruas estreitas, letreiros luminosos gigantescos e estações de trem hiperlotadas.
Rio de Janeiro (Brasil) Ladeiras icônicas, praias tropicais cheias de banhistas, o monumento do Corcovado e passistas de samba.
(Ainda não revelado) Quinta cidade da campanha global que ainda será revelada pela SEGA

Na versão de testes de 30 minutos que tivemos acesso, o objetivo era entregar um passageiro por vez, sem muitas mecânicas desbloqueadas.

Quem jogou a versão do último console da gigante japonesa, há mais de 25 anos, com certeza se sentiu em casa: seja usando arrancadas malucas com o veículo temático ou mesmo paradas bruscas, além de movimentos de drift insano, a ideia aqui não é simplesmente ser o mais rápido, mas ser ligeiro e insano.

Consegui entregar vários passageiros diferentes, sendo que alguns desbloqueavam linhas de missões alternativas, com cutscenes diferentes. Sempre um senso de urgência divertido, os desenvolvedores asseguraram em nunca manter o jogador parado no mesmo lugar por muito tempo.

Crazy Taxi na BGS 2026 foi só um gostinho da experiência completa

O único ponto negativo desta experiência foi que, a meu ver, tivemos poucas mecânicas liberadas desta vez. Eu gostaria de observar um pouco mais de variedade; contudo, deu para ver que o intuito aqui era demonstrar aos fãs novos e antigos que o espírito da franquia ainda está vivo.

Com certeza, principalmente com a apresentação oficial da nova cidade que está por vir, muitas novidades serão apresentadas sobre o novo Crazy Taxi até o seu lançamento para PS5, Xbox Series, PC e Switch 2.

De toda forma, fico muito feliz em ver o mundo maluco, criado por Kenji Kanno (o criador do Crazy Taxi original), ganhar vida mais uma vez.

Uma aventura cooperativa com Sonic Pico Park

Nem apenas de títulos AAA vive a indústria. Pensando nisso e trazendo personagens icônicos para um visual que lembra a estética 8 bits, Sonic Pico Park é uma aventura criativa e pensada para jogar com amigos e/ou familiares.

Na BGS 2026, jogamos em duas pessoas. Ao escolher nossos personagens (Amy e Tails, neste caso específico), chegamos até o fim da experiência em dupla.

Pelo menos nesses trechos testados, as missões eram simples, como auxiliar o seu companheiro a ultrapassar determinados obstáculos, além de usá-lo para superar desafios que sozinho seriam impossíveis.

Sinceramente falando: aqui não é muito a minha praia. Mas com certeza, tem o potencial de ser uma febre em lives variadas ou mesmo para jogar com amigos ou entes queridos, como It Takes Two e derivados.

Use um pouco a cabeça para superar os obstáculos

Entre os destaques desta experiência, ressalto que, no final da sessão, os objetivos foram ficando gradativamente mais interessantes.

O que, em um primeiro momento, exige apenas saber ler e movimentar o seu personagem para frente, no fim foi preciso utilizar mecânicas específicas de cada protagonista para superar as dificuldades.

Em um momento, foi obrigatório usar a mecânica de voo de Tails, para que assim o seu companheiro desbloqueasse a saída do ambiente.

Foi interessante notar que determinadas missões exigem recursos exclusivos dos vários personagens disponíveis, como por exemplo:

Personagem Habilidade especial confirmada
Sonic Velocidade aprimorada para correr e saltar obstáculos básicos.
Tails Voo livre e flutuação temporária, permitindo carregar aliados pelos ares para cruzar fendas.
Knuckles Planar diagonalmente após o pulo para alcançar plataformas distantes.
Amy Habilidades de plataforma tradicionais adaptadas ao ritmo cooperativo.
Shadow Habilidades e atributos voltados para a movimentação ágil e precisa.
Cream Voo temporário com auxílio de suas orelhas (similar ao Tails), acompanhado de Cheese.
Big Corpo grande e pesado, sendo mais forte para empurrar objetos e resolver quebra-cabeças de peso.
Silver Habilidades de suporte integradas aos quebra-cabeças das fases finais.
Blaze Movimentos ágeis de plataforma focados em coordenação e agilidade.
Pico Cat Avatares coloridos tradicionais (azul, vermelho, amarelo, verde, laranja, roxo, rosa e branco) e a nova variante especial Sonic Pico Cat.

O título será lançado em 12 de novembro para PS5, Xbox, PC e Nintendo Switch e Switch 2. A versão final terá suporte completo para os modos cooperativo online e local.

Alien: Isolation 2 promete muito

E, para finalizar este artigo, não poderíamos deixar passar a experiência com Alien: Isolation 2. Assim como aconteceu com Stranger Than Heaven, a build disponível aqui não é diferente da já testada pela nossa equipe; todavia, acrescentarei as minhas opiniões desta jornada tensa de 30 minutos.

O foco da SEGA foi apresentar um pouco de exploração e o trecho inicial da apresentação do clássico Xenomorfo. Mesmo que a experiência tenha sido bem curta, dei uma esticada, testando as possibilidades que o bicho proporciona para te capturar.

A boa notícia é que ele parece bem inteligente, mesmo nesta versão claramente incompleta da experiência. Além das variadas opções de fuga, a inteligência artificial é interessante, sendo necessário, de fato, usar a cabeça para não ser eliminado.

Demo na BGS 2026 apresentou os destroços de uma nave inicialmente inoperante

Fora a fuga do Xenomorfo, o restante da demonstração foi básico e com poucas novidades. Destacamos que a opção de salvamento exige pressionar o botão por alguns segundos, e que todo o ambiente misterioso ainda tem mais a contar em sua versão final.

A seguir, para finalizar esta seção, confiram todas as novidades para este projeto confirmadas pela SEGA:

Categoria Descrição e impacto na jogabilidade
Protagonista O jogador assume o controle de Blake, uma funcionária executiva da corporação Weyland-Yutani que nunca encontrou a criatura antes.
Ambientação Pela primeira vez, o jogo sai dos corredores claustrofóbicos e expande para a superfície do planeta LV921, intercalando áreas abertas (não disponíveis na demo da BGS) com os destroços caídos da estação Sevastopol.
Inimigo O monstro que caça a protagonista é o mesmo espécime que perseguiu Amanda Ripley no título original de 2014, tendo sobrevivido à queda do laboratório modular.
Inteligência artificial A inteligência artificial da criatura foi aprimorada para reagir de formas totalmente diferentes dependendo do ambiente, a tornando mais rápida, agressiva e imprevisível em campos abertos.
Sistema de clima Condições meteorológicas no planeta afetam diretamente a furtividade: a névoa bloqueia a visão de Blake e do Alien, enquanto a chuva abafa o som dos passos, mas cria poças barulhentas ao pisar.
Movimentação O sistema de movimentação foi expandido, permitindo que a personagem escale relevos, suba em saliências e rasteje pela vegetação rasteira para fugir do perigo.
Equipamentos Na fase inicial demonstrada, o jogador não conta com o icônico rastreador de movimentos, sendo obrigado a confiar unicamente nos ruídos do cenário e em pistas visuais para detectar a criatura.
Level design Os cenários oferecem múltiplos caminhos de fuga simultâneos (janelas, dutos subterrâneos e tetos), mas atrasos na decisão podem fazer o clima inundar ou bloquear permanentemente certas rotas.
Interação O ato de salvar o progresso exige que o jogador mantenha o botão pressionado ativamente por mais tempo. Além disso, cartões de acesso eletrônicos mudam a forma de abrir portas e restaurar a energia.

Opiniões finais sobre a BGS 2026

Para encerrar este longo artigo, destaco: todas as experiências acima foram absolutamente positivas. Alguns jogos são mais o meu estilo do que outros, como mencionei; contudo, decididamente, nenhuma demonstração foi ruim (o que é uma ótima notícia para os visitantes da BGS).

Falando brevemente sobre a BGS 2026 em si, a edição deste ano, como sempre, estava abarrotada de gente entre o sábado (10) e esta segunda-feira de feriado (12). Sem sombras de dúvida, o problema não foi a ausência de público, que marcou presença fortemente.

Mesmo assim, algumas pessoas reclamaram da ausência de grandes empresas em estantes. Não tivemos gigantes do segmento apresentando games ou tecnologias, como a Sony, Microsoft, AMD ou NVIDIA. Nem mesmo marcas de periféricos que estiveram presentes na Gamescom 2026, como a Logitech.

Apesar desse inconveniente, fico feliz em informar que as companhias que estiveram durante esses dias diversão não passaram vergonha. Seja a Square Enix com Final Fantasy Resonance e Revelation, as novidades do estande da SEGA e outras, como a Nintendo, Havit e a apresentação do novo Call of Duty: Modern Warfare 4.

Além disso, por último, mas não menos importante, saindo um pouco do universo dos games e tecnologia, cosplayers também marcaram a presença com mais empolgação do que nunca, dando vida à festa.

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